sexta-feira, 21 de agosto de 2015

O filme a vida de Maomé o profeta do islamismo será lançado mundialmente no próximo dia 26 de agosto. Mega produção confira a materia

Visando expansão do islamismo, muçulmanos produzem primeiro filme sobre a vida de MaoméO primeiro filme sobre a vida de Maomé, o profeta do islamismo, será lançado mundialmente no próximo dia 26 de agosto. A superprodução custou US$ 37 milhões e foi dirigida pelo cineasta iraniano Majid Majidi.
Como o alcorão proíbe a representação de Maomé, a produção do filme exigiu um extenso debate com teólogos muçulmanos e um acordo entre as lideranças xiitas, maioria no Irã, e sunitas. Para que o longa-metragem fosse levado adiante, foi decidido que jamais seria mostrado o rosto do profeta ao longo do filme.
“O filme toma muito cuidado com a representação, pois existem 1,6 bilhão de muçulmanos no mundo. Desde o início nosso esforço foi trabalhar para que não se veja a face do profeta. Mostramos sua figura, mas não seu rosto”, diz o diretor.
A iniciativa, que consumiu sete anos de produção, segundo informações do site Irna, tem como propósito mostrar o lado oposto da crença islâmica, já que os muçulmanos são associados em todo o mundo à barbáries, fundamentalismo, violência e mortes.
O cineasta Mjidi contou com dinheiro estatal do regime dos aiatolás no Irã para concluir o projeto, que vem sendo descrito como uma tentativa de popularizar o islamismo, mostrando as mensagens de Maomé sobre paz.
O material de divulgação diz que o filme mostra “a verdadeira face do Islã” e que Maomé é um “mensageiro de paz e misericórdia”.
A ideia, considerada ousada entre os muçulmanos, apresenta o primeiro filme da história sobre a origem do islamismo, 103 anos após o lançamento daquele que é considerado o primeiro filme bíblico, “Da Manjedoura Para a Cruz”, que conta a vida de Jesus Cristo.
Ao longo de duas horas e 51 minutos, o filme mostra o nascimento de Maomé e acompanha sua infância, quando foi apresentado como profeta aos 12 anos de idade. Boa parte do filme se passa em Meca, cidade saudita, no final do século VI.
Um dos produtores do longa-metragem, Mohamad Reza Saberi, revelou que o set de filmagem foi construído para durar 25 anos, e que já existem planos para outros dois filmes sobre Maomé, e após as filmagens, transformar o local em um centro turístico.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Bispo Macedo diz que não se posicionará contra a homossexualidade: “Jesus não falou nada”; Ouça

Bispo Macedo diz que não se posicionará contra a homossexualidade: “Jesus não falou nada”; OuçaO bispo Edir Macedo falou sobre a homossexualidade em seu programa de rádio e adotou uma postura que demonstra reconhecimento de que as escolhas são pessoais e não há nada a se fazer nesse sentido.
As palavras do líder da Igreja Universal do Reino de Deus sobre a homossexualidade mostraram uma flexibilidade inexistente quando o assunto foi o casamento entre pessoas de etnias diferentes.
Em julho de 2012, em um texto publicado em seu site, Macedo afirmou que não é recomendado que homens se casem com mulheres que não sejam de sua “raça”, por causa do preconceito que poderia despertar: “Não haveria nenhum problema para o homem de Deus se casar com uma mulher de raça diferente da dele, não fossem os problemas da discriminação que seus filhos poderão enfrentar nas sociedades racistas deste mundo louco”, escreveu o bispo à época.
Já sobre a homossexualidade, Macedo destacou que sua postura é diferente das demais igrejas evangélicas, que enfatizam que a prática é pecaminosa e contrária aos princípios bíblicos.
“Deus não quer nada imposto. E nós na Igreja Universal não impomos nada a ninguém […] Há muitos crentes, pastores e igrejas levantando uma bandeira contra o movimento gay, contra o casamento de homossexuais. Eu pergunto: Jesus faria isso se estivesse vivendo no nosso tempo? Eu não creio que Ele faria. Porque no tempo d’Ele já havia homossexuais e Jesus não falou nada. Jesus não levantou uma bandeira, falando: ‘Olha, vocês têm que falar contra o homossexualismo, que é proibido, que não deve”, disse Macedo.
O pregador neopentecostal ainda disse que se manterá calado sobre essas questões, respeitando quem quiser viver na homossexualidade: “Eu não vou me envolver, que não vou falar, eu não vou levantar bandeira criticando a pessoa porque ela é homossexual, porque um homem vai casar com outro homem, uma mulher vai casar com outra mulher. Isso é problema deles. Deus nos deu o direito de escolher, de optar na nossa vida. Cada um segue a sua fé. Se a pessoa tem fé para ser homossexual é problema dela. É uma situação pessoal, não sou eu que vou impor a minha fé para ela, de forma nenhuma. Nem Deus faz isso”, concluiu.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Estudo identifica parcela da população adulta que mais consome bebidas açucaradas no mundo

Pesquisa realizada em 187 países mostra que adultos consomem exageradamente refrigerantes e energéticos. Homens entre 30 e 39 anos estão no topo e mulheres com mais de 60 anos são as que menos consomem refrigerantes, sucos industrializados e energéticos Em um mundo cada vez mais obeso, pesquisadores querem saber como as bebidas mais populares do globo impactam na saúde de homens e mulheres. Juntando dados epidemiológicos de 187 países, um estudo da Faculdade de Ciências e Políticas Nutricionais da Universidade de Trufts, nos Estados Unidos, montou o cenário do consumo de refrigerantes, sucos de fruta e leite em todas as regiões geográficas, considerando adultos com mais de 20 anos. Encontraram padrões bastante diversos que, de acordo com os especialistas, poderão ser usados para nortear políticas públicas de saúde voltadas a grupos populacionais específicos.O resultado, publicado na revista Plos One, aponta para a ingestão excessiva de bebidas adoçadas com açúcar, como refrigerantes e energéticos. Em média, tomam-se mais esses drinques artificiais do que os outros pesquisados: 0,58 porção de 230ml por dia, contra 0,57 de leite e 0,16 de sucos de fruta. Dependendo da faixa etária e do gênero, a discrepância é ainda maior. Homens de 20 a 39 anos, por exemplo, tomam 1,04 porção de refrigerantes/energéticos por dia, 0,18 de suco e 0,51 de leite.


Por outro lado, as mulheres de todas as idades consomem menos bebidas açucaradas (0,56 porção) do que leite (0,60) e sucos de fruta (0,18).“Nós sabemos que diferentes bebidas têm impactos substanciais sobre a saúde, mas, até agora, não havia um mapa detalhado do ponto de vista estatístico sobre o consumo das açucaradas, dos sucos de fruta e do leite em nível global e regional”, observa Gitanjali Singh, professor assistente da Universidade de Tufts e principal autor do estudo, que contou com dados brasileiros de pesquisas nacionais feitas até 2010.

A nutricionista funcional Joana Lucyk, autora do recém-lançado livro Por que não posso comer besteiras todos os dias? (editora HTC), afirma que a ingestão exagerada de refrigerantes e sucos — altamente calóricos e com pouco teor de fibras — tem forte relação com a epidemia de obesidade. “Não é fator exclusivo, mas é um coadjuvante bastante importante”, diz.

Joana Lucyk explica que tanto o açúcar quanto outros elementos dessas bebidas, como frutose, sacarose e maltodextrina, desencadeiam processos inflamatórios associados ao acúmulo de gordura corporal.

O resultado disso não se limita a pneuzinhos a mais na silhueta, observa Gitanjali Singh. Ele destaca que pelo menos 180 mil mortes anuais estão associadas ao excesso de açúcar. “Com base no Global Burden of Diseases Study (relatório mundial sobre incidência de doenças crônicas), sabemos que, anualmente, a obesidade causa 133 mil óbitos por diabetes, 44 mil por doenças cardíacas e 6 mil por males oncológicos. Setenta e oito por cento das mortes devido ao consumo excessivo do açúcar concentram-se em países de renda baixa e média”, detalha. No estudo publicado na Plos One, a ingestão de refrigerantes é maior em nações em desenvolvimento: 0,8 porção diária, contra 0,51 registrada em países ricos.

Leite
Em todas as faixas de renda e regiões do planeta, o consumo de leite segue um padrão semelhante. A bebida tem apelo maior entre mulheres e pessoas com mais de 60 anos. Jovens e adultas de 20 a 39 bebem 0,55 de porção por dia, contra 0,51 ingerida por homens da mesma idade. Dos 60 em diante, a dose diária de leite passa para 0,68 porção (mulheres) e 0,55 (homens). No estudo, considerou-se a versão integral da bebida, que é mais gordurosa que a semidesnatada e a desnatada.

A nutricionista Joana Lucyk destaca que a ingestão mais baixa de leite por parte dos mais jovens não chega a ser um problema, porque o cálcio está presente em outras fontes, como vegetais verdes-escuros (agrião, rúcula e brócolis). “O leite realmente é boa fonte de cálcio, porém é preciso que esse nutriente seja biodisponível, ou seja, aproveitado pelo organismo. E, nesse caso, a biodisponibilidade do cálcio é baixa. Enquanto absorvemos apenas 32% desse mineral presente no leite, no brócolis, por exemplo, chegamos a absorver mais de 60%”, compara.

Segundo Dariush Mozaffarian, reitor da Faculdade de Ciências e Políticas Nutricionais da Universidade de Trufts, o próximo passo da pesquisa será avaliar os padrões de consumo dos três tipos de bebida entre crianças e adolescentes. Ele destaca que, mesmo sem os dados dessa faixa etária, o estudo publicado na Plos One já pode nortear políticas públicas de saúde. “Podemos começar a estabelecer e a melhorar as políticas que promovam o consumo de bebidas com baixo teor de açúcar levando em consideração as especificidades de cada região”, acredita.Taxação em debate
Na guerra contra a crescente epidemia de obesidade, médicos do Reino Unido defendem que o governo institua uma taxação de 20% sobre bebidas e alimentos adoçados com açúcar. O dinheiro subsidiaria o custo de frutas e vegetais, explicaram em um documento apresentado pela Associação Médica Britânica (AMB). A sugestão foi debatida por especialistas na revista British Medical Journal desta semana.
Sirpa Sarlio-Lähteenkorva, conselheira do Ministério da Saúde da Finlândia, afirmou que o imposto específico sobre o açúcar poderia reduzir o consumo do ingrediente. “Evidências crescentes sugerem que impostos sobre refrigerantes, açúcar e guloseimas podem mudar dietas e melhorar a saúde, principalmente em grupos socioeconômicos mais baixos”, afirma. Contudo, a médica ressalta que essa é uma solução parcial, e sugere que sobretaxar todos os produtos que levam açúcar na composição pode ter um efeito mais positivo. “Isso poderia estimular a reformulação dos produtos, com menos açúcar, e, portanto, menos taxas a serem pagas”, observa.

A professora da Universidade de Helsinki Sarlio-Lähteenkorva lembrou, porém, que sobretaxar alimentos e bebidas para preservar a saúde é algo desafiador. Um exemplo foi o que ocorreu na Dinamarca, que criou um imposto sobre gordura saturada durante um curto período. A medida reduziu o consumo desse ingrediente de 10% a 15%, mas o lobby da indústria foi mais forte e o governo abandonou o programa. Os fabricantes de alimento argumentaram que a medida era ineficaz, injusta e prejudicial ao setor. “Nós precisamos de políticas fiscais que levem a saúde a sério”, aponta a especialista.

Para Jack Winkler, professor emérito de política nutricional da Universidade Metropolitana de Londres, impostos sobre ingredientes poderiam ter um desenvolvimento positivo no início, mas seriam extremamente impalatáveis para a indústria. De acordo com ele, um referendo realizado nos Estados Unidos só resultou em imposto para refrigerante em uma cidade (Bekerley, na Califórnia), enquanto apenas quatro dos 53 estados da Organização Mundial da Saúde (OMS) no âmbito da União Europeia adotaram, até hoje, taxas sobre alimentos.

O especialista ainda argumenta que esses impostos são ineficazes economicamente. Dois estudos britânicos constataram que uma sobretaxa de 20% reduziria o equivalente a apenas quatro calorias do consumo dos ingredientes selecionados. “Efeitos desse tamanho não revertem a obesidade global”, alerta.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Igreja nos EUA convida os moradores para participarem de “strip-tease para Jesus”

strip jesusUma igreja no Texas (EUA) adotou uma estratégia ousada para atrair pessoas para suas celebrações. A congregação espalhou cartazes pelas ruas convidando os moradores a participarem de um “strip-tease para Jesus”, despertando a curiosidade das pessoas. O pastor Pat Williams baseou sua criatividade na passagem bíblica de Hebreus 12:1, que diz “livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve”. O líder religioso disse ainda que a ideia é “fazer um strip-tease de todo o peso que carregamos ou que nos torna reféns”, pois a maioria das pessoas “nem sequer sabem” que estão presas a isso

domingo, 2 de agosto de 2015

Cristãos são perseguidos no mundo inteiro descriminação ou ignorancia

Perseguição aos cristãos hoje é a maior da história  

Aumenta índice de assassinatos, estupros e tortura, sobretudo no Oriente Médio
por Jarbas Aragão
Perseguição aos cristãos hoje é a maior da história  
O alerta já foi dado antes, mas nenhuma providência em larga escala foi tomada.  Como consequência, a perseguição aos cristãos está ultrapassando um recorde histórico.
Não havia estatísticas dois mil anos atrás, mas pelos números populacionais de hoje, é possível afirmar que os seguidores de Jesus nunca foram tão perseguidos. A situação é especialmente difícil no Oriente Médio, o berço das maiores religiões do mundo.
A crescente perseguição é alimentada principalmente pelo extremismo islâmico. A grande mídia muitas vezes minimiza os fatos, classificando de “limpeza étnica”, mas o fato é que a cristofobia é real.
Afinal, 80% dos atos de perseguição religiosa no mundo são contra cristãos, aponta a International Society for Human Rights, uma ONG da Alemanha. De acordo com o Center for the Study of Global Christianity, do Seminário Gordon Conwell, dos EUA, mais de 100.000 cristãos são assassinados por ano, ou seja, 11 cristãos por hora.
A escalada dos ataques contra cristãos nos últimos anos vem sendo divulgadas por todas as organizações que monitoram a perseguição religiosa. Na Inglaterra, David Alton, um renomado defensor da liberdade religiosa, divulgou números alarmantes.
“Algumas avaliações afirmam que cerca de 200 milhões de cristãos em mais de 60 países ao redor do mundo enfrentam algum grau de restrição, discriminação ou pura e simples perseguição”, disse ele ao jornal The Guardian.
Os tipos de perseguição variam, indo desde assassinato e estupro, passando por tortura e chegando até discriminação e exclusão social.
Considerando que existem cerca de 2 bilhões de cristãos no mundo, pode-se dizer que um em cada de cristãos do mundo enfrenta problemas por causa da sua fé.
A ONG Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), afirma que o principal impacto é a onda de migração de pessoas cristãs do Oriente Médio e do norte da África, que buscam liberdade e uma vida de paz na Europa. Consequentemente, áreas enormes do mundo estão experimentando um declínio muito acentuado do número de cristãos.
De acordo com o Centro de Pesquisas Pew, os cristãos enfrentam assédio em 102 países. Cerca de 75% da população mundial estaria vivendo hoje em países com sérias restrições ao exercício da liberdade religiosa.
A Portas Abertas, missão que monitora constantemente a situação dos perseguidos, estima que 4.344 cristãos foram mortos por causa de sua fé e 1.062 igrejas foram atacadas em 2014. Em alguns países os números são difíceis de ser confirmados.  Na Coreia do Norte, por exemplo, acredita-se que existem cerca de 70.000 cristãos detidos em campos de concentração.
Lee Marsden, professor de relações internacionais, da Universidade de East Anglia, especialista em religião e segurança, disse que o colapso dos regimes autoritários no Oriente Médio durante a Primavera Árabe foi um fator determinante. Como consequência, por exemplo, na Síria e no Iraque estima-se que fugiram ou foram mortos cerca de 70% dos cristãos que viviam ali.
A solução, segundo os estudiosos do assunto passa por um aumento da pressão sobre os governos, embora as Nações Unidas tenham se mostrado ineficaz na maioria dos casos. Por isso, ao invés de citar somente a questão religiosa, é bom ressaltar que se trata da violação de um direito humano básico.
Nina Shea, autora do livro do livro “Perseguidos: O Ataque Global aos Cristãos” (Mundo Cristão) faz um apelo: “Nós, cristãos, devemos orar, nos informar e agir politicamente em nome desses irmãos e irmãs que estão sendo perseguidos em tantos lugares”. Com informações de Prophecy News